sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O diabo é careta.


Viajando, viajando...
No brilho desta morena amanheci no verão
Cada vez mais descacetado da cabeça
Maldita flor da trombeta me pirou de vez
E me levou para o inferno sem minha lucidez
Fui perguntar pro Diabo se ele fumava um
Fiz da canoa uma seda e eu não me toquei
Foi quando ele respondeu: “Muito obrigado, amigo,
mas eu sou careta”!

Ai meu Deus o diabo é careta
Lhe denuncio pra galera seu capeta
Toma este chá de cogumelos com trombeta
Se não arranco esse seu rabo seu careta
Se não arranco esse seu rabooo....
Seu careta...

Bote verdade!


Sabe quando você organiza a bagunça do seu quarto e alguém aparece e arruma tudo? Achando que resolveu todos os seus problemas, mas na verdade só fez jogar sua bússola no mar?? Pois é! Vivía-se muito bem na bolha até que um arrastão apareceu e pow!! Você se expõe as mazelas do mundo real. Invejas, queixas, competições, romances platônicos e as malditas fofocas. Se você não é emissor delas, receptor, talvez seja o canal, mas sempre será envolvido por sua teia. Não só as péssimas observações de terceiros, mas as suas próprias criações. Você é capaz de criar monstros para te devorar ou até para transformá-los em bichinhos de estimação. O problema de viver entre humanos é que eles são sacanas, interesseiros, brutos e egoístas. Não há boa vontade sem má intenção. Amizades se constroem com fincas de oportunidades. Amores são medidos por suas consequencias nem iniciadas. E a bebida quem paga?? Os cigarros quem acende?? Quem te faz um carinho sem pedir nada em troca?? Bote corpo, bote verde, bote tímpano. Quem precisa de emoção verdadeira?? Eu não sou orgânica, sou de lata! Ou um plástico made in algum lugar... assim sinto menos a honestidade mentirosa do mundo, sendo feliz na minha triste alegria de ter amigos inimigos.

Cachaça


Para dor de cabeça.
Gripe desgraçada.
Perna de pau.
Crime passional.
Dor de barriga.
Pente sem dente.
Ciúme.
Dor de garganta.
Pé de limão.
Dor de pescoço.
Corrupção.
Decepção e festejo.
Distorção de sentidos e da guitarra.
Leite condensado e água sanitária.
Ovo frito.
Bife de panela.
Beijo roubado.
Tombo feio.
Banzeiro.
Bicho de pé e do mato.
Pau mole e osso duro.
Chulé.
Briga de casal.
Sorvete e picolé.
Cantada velha e pedreiro.
Sanduiche e salame.
Rock Bar e violão.
Cabeludo e sedução.
Parque aquático e igarapé.
Moça donzela e bandido filé.
Furto e fuga.
Paixão, amor, prazer, rancor.
Música alta e pedra no telhado.
Cheiro de mato e verde.
Dengo não dado.
Chapéu roubado.
Perfume sem flor.
Noite não dormida.
Argila moldada.
Ex-namorado.
Menino barrigudo.
Cor não notada.
Preguiça sentada.
Morada na rua.
Frio sem cobertor.
Sono sem leito.
Dor sem sutura.
História sem dono.
Medo sem terror.
Play sem start.
Jogo sem nada.
Aposta perdida.
Doença maldita.
Solidão e arte.

Palavras soltas


Bate bola, sintonia, corre-corre, harmonia.
Riso, choro, desespero, chocolate, fevereiro.
Música alta, primavera, chuva, sol, tagarela.
Livro, cinema, diversão, bala, chulé,confusão.
Gargalhada, perfume, sonho, cheiro, azedume.
Saltos, beijos, abraços, palavras, amassos.
Amizade, riacho, saudade, eu acho!
Viver, sentir, fazer, proseguir, existir.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Túnel do Tempo


Nosso encontro aconteceu como eu imaginava
Você não me reconheceu, mas fingiu que não era nada
Eu sei que alguma coisa minha, em você ficou guardada
Como num filme mudo antes da invenção das palavras

Afinei os meus ouvidos pra escutar suas chamadas
Sinais do corpo eu sei ler nas nossas conversas demoradas
Mas há dias em que nada faz sentido
E o sinais que me ligam ao mundo se desligam

Eu sei que uma rede invisível irá me salvar
O impossível me espera do lado de lá
Eu salto pro alto eu vou em frente
De volta pro presente

Sozinho no escuro nesse túnel do tempo
Sigo o sinal que me liga à corrente dos sentimentos
Onde se encontra a chave que me devolverá
O sentido das palavras ou uma imagem familiar
Mas há dias em que nada faz sentido
E os sinais que me ligam ao mundo se desligam

Eu sei que uma rede invisível irá me salvar
O impossível me espera do lado de lá
Eu salto pro alto eu vou em frente
De volta pro presente...


Roberto Frejat

domingo, 6 de setembro de 2009

Abestalha-te


Que tem um olhar longe e carinhoso. Uma postura desengonçada e cativante. Mal cuidado e arisco. Bruto e displicente. Aparente e tímido. Preguiçoso e desinibido. Talentoso e apaixonante. Das notas tocadas sinto o gosto. Do abraço suado, sinto o tato do desejo... o de estar apaixonando. Quero o teu conforto, o teu sorriso, a tua cara de sono e amanhecido. Quero segurar o suspiro enquanto você me olha. Quero dizer que horas são para o atraso não chegar. Quero poder correr e me jogar no teu abraço. Quero ter crises de ciúmes só pra curar com amor. Quero viver e te contar as coisas que acontecem. Quero ver no display do celular a tua foto me chamando. Quero sentir que tem um espelho na minha frente e por ele perceber que o mesmo que dedico é o que tenho recebido pra mim com o teu reflexo. Me ama. Rápido e agora! Antes que eu lembre que o amor é uma enganação e que são curtas as promessas no para sempre. Você está em mim.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Intercâmbio


Essa semana foi muito proveitosa. Tivemos na universidade dois eventos simultaneos que trouxeram ao Estado estudantes de todo o país. Uma maravilhosa oportunidade de conhecer pensadores das mais diversas áreas e compartilhar informações preciosas. O ENAPET e a SBPC recepcionaram no Campus da UFAM um Brasil de idéias. Uma manifestação da ciência, da tecnologia e do pensar traduzidos em exposições muito bem elaboradas. Um orgulho para a comunidade acadêmica. As mais variadas caras, os mais estranhos sotaques, as maiores mancadas e muitas curiosidades. Sem contar a beleza de moças e rapazes que tornaram UFAM uma extensão da São Paulo Fashion Week. A situação mais hilária que testemunhei foi a de um petiano do cursode Farmácia da Universidade Estadual de Maringá - Paraná, que disse que havia comido um peixe muito bom chamado Tucumã! Sendo que nós, amazonenses, sabemos que não passa nem perto essa definição do pobre sulista. Mas enfim, ele e sua turma são pessoas agradáveis e nos tornamos amigos. Que venham mais oportunidades para fazermos ciência, história e amizades. Avante!

domingo, 28 de junho de 2009

LH


Banda boa, banda doida.
Me faz autista, me faz feliz.
Através da raiva e do ciúme os tive.
Amo o que sinto ao escutá-los.
Amo o que eu sinto ao viajar nas letras.
Amo o quanto é profundo o que dizem.
Amo o quanto me decifram.
Amo o quanto é perfeita a poesia.
Amo o quanto me envolvem.
Amo o que aprendi.
Amo o quanto ensinei.
Amo transcrever seus trechos no meu vocabulário.
Amo saber que ela não acabou, vive em mim.
Amo, simplesmente, amo!!

Tudo passa!


Lá na universidade tudo é mais intenso... as pessoas são as mais malucas, a natureza é mais expressiva, as manifestações de arte são muito interessantes (seria excesso de erva?). Enfim, tudo é muito gostoso de viver. Eu estava muito estressada com alguns acontecimentos que me encheram a cabeça de interrogações, mas aí me ocorreram tantas coisas legais, eventos em série, que me pintaram um sorriso com golpes de um pincel tão colorido, que me manchou a cara toda! Até agora estou com um aspecto, estranhamente, feliz. Eu sei que nada está diferente. A correria está lá, os idiotas que falam demais continuam ocupando o seu tempo com a vida alheia, os observadores que podem apertar a ferida que sarou tão bonito podem se manifestar e chutar a cadeira que equilibra outras cem em cima dela... ou seja, tudo pode piorar. Mas eu estou alegre! Tenho amigos lindos, uma flor que me perfuma quando eu menos espero, uma família incomum e suportávelmente maravilhosa, viciante e cúmplice das minhas maluquices... Até meus amigos virtuais me arrancam risos, pessoas tão loucas quanto a minha imaginação. Ahh, e meu professor maconheiro e tarado é um barato. Nós brigamos feio! Ele me convidou a sentar no colo dele em pleno hall. Eu pensei em mandá-lo ir a merda, mas em uma simples sanção espontânea ele se desculpou e nós conversamos bastante sobre a vida. Ele não presta, mas é gente boa. Só atraio drogadilhos estranhos, mas acabo gostando deles. Há algo muito despojado em tudo o que eles fazem, dizem, contam, pensam... mas ao mesmo tempo, compram-se algumas histórias construtivas que eles narram. Eu fiquei apavorada e ofendida com aquela proposta indecente, mas conversamos muito... ele percebeu que antes de eu estar puta com ele eu já estava irritada e triste. Ele falou com aquele tom malandro e safado: "eu não sei qual é o teu problema, mas vou te contar a fábula do Rei e do Filósofo..." me lembrou que "tudo passa". E eu senti como se um "canto torto feito faca" cortasse a minha carne e arrancasse de dentro dela uma raiva e um mal que me consumiam as tardes. Descobri que não era só cansaço, mas sim sentimentos ruins que vinham me hospedando. Não me curei de nenhuma enfermidada, porém estou leve e ciente do poder que duas palavras tem de nos dar boas vibrações maiores que acasos indecisos e desgraçados. Don't worry, be happy!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A vida é realmente uma novela...


Tudo acontece assim tão "impossivelmente". As voltas que o mundo dá, os riscos que nos permitimos, as pessoas que amamos, que odiamos ou simplesmente admiramos de longe. Nunca pensamos que as coisas possam tomar dimensões imesuráveis. Uma simples troca de idéias, forma um caráter. Uma simples hora investida acarreta grandes amizades. O "bom dia" que damos pode se tornar um "eu te amo". Mas das coisas dessa novela, assitida por todos, as desventuras talvez sejam as mais interessantes. Esquecer problemas com um ainda maior é dor de cabeça tripla. Se deixar levar pela corrente sedutora que não te trás segurança, que te quebra e te joga contra as pedras, não diminui seu mal-estar inicial. Agora, quem vai saber detectar uma desgraça ou um desgraçado? E aquele "bem" na estante? Aquele que já tinha poeiras de tanto esperar, mas tantas rugas por ter seu lugar certinho, no porto que é o peito. Esse se fere com tão pouco, tão quieto não percebe que é dele o seu espaço e nada o tira lá de dentro. É feio, casto e pobre. Porém belo, atraente e imenso. Sinto saudades de tempos atrás, onde não havia nada além dos mesmos problemas, das mesmas dores de cabeça. Não havia mal, só o bem camuflado e inseguro. Hoje, nota-se que se ao invés de lágrimas as palavras certas tivessem sido derramas, o tão precipitado golpe não seria dado e talvez o cordão ainda alimentasse a minha voz. Tão muda, tão surda, tão deficiente e amedontrada que se vê no reflexo do porta guardanapos. O mesmo porta guardanapo que escutava as histórias de uma semana inteira, os dias dividios e os segredos também. Um companheirismo nunca antes compartilhado. Uma invasão única de sentir. Como isso foi acontecer? Como se deixar perder o que é precioso. Não há como explicar o quanto tão longe chegamos sozinhos, se mal podíamos olhar para o lado sem se notar. Se um dia, uma estação com dias menos quentes e noites menos frias, voltar a entrar pela janela que ficou aberta, quem sabe não será o mesmo dia que trará aquele cheiro de conforto que eu sentia ao te encontrar, de mochila, na porta da minha casa. Cansado e faminto de um dia tão produtivo. E tão impaciente por não saber o que esperar. Se aquela aula finalista de química acontecesse novamente, repetiria a mesma pergunta só para correr o risco de viver tudo novamente ao seu lado. Até os maiores dos problemas, que me fizeram alguém maior do que já fui.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Era uma vez um...


E aí ele apareceu... descobriu que adoecera...
Sem querer, como chuva, cai e molha as pessoas.
Depois de molha-las vai embora.
Chuva de verão, aparece para encher o saco, para ser notado e depois libera o sol.
Cara estranho, bicho grilo.
Charmoso e insensível...
Por trás da cara de bom menino abriga um imaturo!
Não por ser menino, mas por ser pequeno e atrofiar-se.
Seu coracao vazio carrega um leque de grandes feitos que imprecionam gente ignorante, mas deixam gente ignorante grande perto da nobreza que seus feitos nao possuem.
Vazio, pobre, triste e sozinho.
Acha que pode ser maior sem apoio e que seu apoio vem de fora, dos outros, sem perceber que também pode encontrar nascido dentro de si, energia maior do que pode abrigar.
Podendo então compartilhá-la e descobrir enfim a companhia de um bem maior.
E foi assim que ele percebeu a sua covardia e morreu sozinho.
Sem amor, sem amigos e sem compartilhar.

Fim! =)

domingo, 14 de junho de 2009

Sociedade


A vida é ao vivo. Através dos outros o pessoal e íntimo se revela. Um sorriso para acalmar a raiva, uma boa história se escreve para enganar os pensamentos ruins. Um anseio pelo belo e perfeito, uma quimera. Contrastes entre príncipes e sapos, carruagens e abóboras. A beleza que ninguém vê se revela, lenta, pela conquista. Um olhar no escuro, numa noite fria e inesperada, a harmonia entre voz e quadril. O sentido tosco daquela madrugada, convertido em dias melhores, manhãs e tardes, um dia noites frias e quentes, mas para sempre aquela madrugada. Pode-se encontrar calmaria nos segundos onde acontecem os abraços. E por ser tão breve, assusta ao mesmo tempo que vicia. Talvez apenas a dose certa para o essencial acontecer, mas ele é invisível aos olhos nús. Só no decorrer do tempo percebe-se a falta, a distância entre os braços, os flashs, a importância e a permanência que faz a sociedade dizer "eles" antes de eu perceber o "nós" implícito na saudade e na ansiedade por um novo dia que trata da minha alegria com doses de sorrisos seus.


sábado, 13 de junho de 2009

Trident




-Quer dividir?
-Um chiclete?
-Não, um coração!
-Com boas ou más ações? Puras ou pobres intensões?
-Tudo o que nele caber!
-Das artérias às afinidades?
-E se eu não souber retribuir?
-Eu aprendo a ser contente.
-E se eu não corresponder?
-Eu descubro novas formas de chorar .
-E se eu me apaixonar pela Lua?
-Verá de lá que eu possuo um segundo Sol pra te dar.
-Depois de tudo você será capaz de partir?
-Se tudo começa com a divisão de um chiclete...
-É, tudo pode acontecer, até eu aprender a amar ! =)

domingo, 7 de junho de 2009

Domingo


Amanheceu o dia e está quente, silencioso e triste. A consciência que é uma manhã de domingo não diminui a expectativa de que em breve será a segunda feira de expositores cansados de não fazerem nada no dia que passou. Só as músicas de sempre, as melhores. Há também o cachorro vira-lata que espera um banho no quintal e o sol evaporando a água no varal. Dias comuns, dias reais. O que decorar nas nossas tardes de calor? O quente agita as moléculas e tudo fica meio irritante. Os filmes que não surpreendem mais, mas o almoço da avó dedicada. As costas e os canteiros conservam cravos. Os pensamentos vão de desconfortantes até os mais gratificantes. A ansiedade para que acabe e tudo fique um pouco mais ventilado é enorme. Esperar que o inesperado venha é a última coisa a se pensar, mas no fundo a maior alegria. =)

Codinome Beija flor



Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor!

sábado, 6 de junho de 2009

De onde vem a calma?


"Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim."





Era uma vez


Ela é tão linda! Tão meiga e divertida. Voa sempre sozinha, parece não se importar com o mundo ao seu redor. Ela plana embreagada de alegria e ninguém entende de onde vem sua calma. Satisfaz sua necessidade com tão pouco que parece nada, porém é essencial. Mas ela vê em tudo um brilho a mais. Por trás de tanta pureza existe um monstro que a maltrata e a faz menor em poder, mas a torna imensurávelmente fascinante e fortalecida. Quando sorri as feridas se fecham e o sangue pára de escorrer. Quando ela dança os instrumentos tocam mais intensos e é possível ver o quanto se esforçam para alegrá-la. Quando olha o céu, a cor de sua íris de confunde com a beleza vinda dele numa tarde de sol, tempo bom, sem núvens ela reina. Seus cabelos são escadas para a aventura, nos remetem a uma idade em que se criticavam o amor entre famílias rivais e fazem da paixão uma bandeira sem limites, até o fim triste do veneno. Quando ela chora é uma tempestade no mar, que joga água em todos por estragar tal ternura indefesa. Sua voz é doce, tímida e amável. Não sei o motivo de se assegurar que as princesas de contos de fada não existem. Elas existem, estudam, trabalham, pegam ônibus lotado e seguem Clarisse. Suas músicas são intensas, elas cantam com o coração e vivem com os restos mortais dos "felizes para sempre". Eu a amo. Só sei sentir isso por tanta atenção que me dedica. É como se pudesse garantir algo de bom para minha vida só pelo simples acidente de existir. Por trás da suavidade está uma força que eu não sei medir, alguns chamam de fraternidade. Não dá para evitar admirá-la ao mesmo tempo que é tão fácil protege-la. Não sai da minha vida, princesa. Eu necessito da sua presença só para o meu dia ser mais feliz. E a você ofereço minha sinceridade. =)


Dedicado a uma princesa!

O frio e o rio


E se eu tivesse ido aquele rio?
Se estivesse com muito frio, o que teria feito?
Se estivesse muito feliz, o que teria vivido?
Se estivesse muito envolvida, o teria beijado?
Se estivesse nervosa, teria tremido?
Se seu abraço fosse envolvente, teria apertado?
Se eu não estivesse tão distante o que teria feito?
Se meu pensamento não estivesse preso a isso, haveria sentimento?

"O acaso é amigo do meu coração"

Procura-se um cupido!


E se amar fosse um programa de computador?? Assim, de fácil instalação e principalmente passivo de formatação prática?? Seria tudo tão mais fácil e indolor. Mas não, temos que passar por um processo longo e cansativo desde o primeiro olhar até o último beijo. E os choros? E o desespero? E as músicas deprimentes? E as brigas? E os planos? As flores? O dia dos namorados? As noites de amor e fuga?? Seria pedir muito que tudo fosse esquecido como quem não se quis nada? Quem nomeou a "fossa"? Quem falou que é parecido com se entregar a paixão?? E quando o "cupido" é um desventurado que erra seus alvos? Ele parece tomar Seresteiro e só depois vai trabalhar. Sai maltratando pessoas inocentes. Fazendo-as se apaixonarem por sapos quando querem príncipes e por príncipes quando na verdade precisam só de girinos. Ah! Dá um tempo! Chega de sentimentalidade! Vamos só buscar sintonia, sem esperar tanto em troca! Nada de castelos e cavalos, ou bois e carroças. É preciso somente harmonia. Nada demais... só uma música agradável e chicletes. O resto é por conta do acaso. Seria tudo tão fácil. Nada de mãos geladas e taquicardia. Nada de poses desajeitadas, nada de ansiedade. Nada de emocionante! Só o normal, o comum e o sem graça. Será que seria mais fácil?? Seria??

Autismo urbano


Vive-se em tempos de autismo optativo. É muito mais fácil ignorar o mundo ao redor e seguir sem ninguém te perguntando que horas são, onde estão as chaves do carro, o que se quer para o almoço do que atender a tantos questionamentos. Ignoramos propositalmente as mensagens que o mundo nos envia. Sozinhos pensamos melhor ou nos atrofiamos na própria ignorância? Será que é tão prazeroso assim caminhar só sem aproveitarmos os diálogos e só o fazer quando acharmos conveniente? Será que quando nos escondemos deixamos de aproveitar uma frase nova, um momento bonito, uma piada hilária, uma música envolvente? Tempos de fones nos ouvidos são tempos de solidão. De cigarros e depressão. Nas ruas vemos pessoas que poderiam estar se relacionando com outras, mas por algum motivo se limitam aos mesmos repertórios. Triste? Talvez! Necessária reclusão?? Quem sabe! O que mais intriga é o que desperdiçamos. Bons ou maus momentos?? Quem saberá se eles não forem vividos?

domingo, 15 de março de 2009

Ampulheta



Ah, tá acabando o tempo!
que só, cresce a solidão,
que junto, só aumenta a semelhança,
que ouvindo, só confirma a voz,
que o beijo tem gosto de mais,
que a alegria não compartilhada morre,
que tesão é flor dependente de água,
que de longe, ou cresce ou desaparece,
que de perto ou é lindo ou horrendo,
que sufoco é o susto prolongado,
que saudade é a importancia do bom,
que carencia é flor trepadeira,
que mágoa é ferida aberta,
que telefone afasta e aproxima,
que é pouco ou muito...
talvez nada, do que eu quero para mim.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Calourada!


Ser humano ingenuo, confuso, assustado e desorientado. É este o perfil de um calouro. Triste, porém engraçadíssimo!! Momentos ímpares de recém chegada a universidade, podendo vivenciar e testemunhar situações inusitadas. Já fiz muitas leseiras!! Já entrei no banheiro errado e vi três meninos urinando, puxei a porta do auditório para o lado errado e informei ao resto da turma que estava trancando, fazendo todos pegarem falta no seminário, já tive medo de veteranos, sentei em uma pedra e quis chorar por estar sozinha e sem informação de como chegar na minha sala, fiz estupidez de graça para veteranos sem pensar nas consequencias futuras via trote, mas o mais divertido é ver a cara de outros calouros tão inseguros quanto você. Tem um cara na minha sala que não acompanhou a minha piada! Nossa sala é a ultima do ICHL, lá no final do bloco mesmo e o diálogo foi mais ou menos assim:

Kamila: Nossa sala é a mais distante de todas, lá no meio do mato.
Saul: É verdade! Me perdi tentando achar.
Caren: Eu também!

Enquanto isso, todos comiam e cheiravam "Vick" ( sério)

Kamila: É no final da UFAM, em frente ao mato da "desova". (risos)
Saul: Sério!! (assustado) Tem desova aqui?? É aí na frente que jogam os corpos??
Caren: É sim! ( sacana)
Saul: Eu já tinha escutado umas histórias de que o "pessoal" de fisioterapia joga os corpos no mato lá da UFAM!! (assustado).
Kamila: É brincadeira, maluco!! (morrendo de rir)
Caren: Você achou mesmo que era verdade?? ( morrendo de rir 2)
Saul: Vai saber né... (envergonhado)
kamila: Isto é pelo menos ilegal. (hálito de vick)
Caren: Esse não nega que é calouro!! (hálito de vick)
Saul: Poxa!
Todos: (risos)

Sem contar que fazemos coisas que não omitem nossa condição de calouros, como chegar no horário certo das aulas, participar de palestras chatas empolgados, contar da época da escola e como foi o vestibular... Hilariante!! Que seja cada vez mais divertida nossa vida acadêmica!

Mudanças


A vida nos reserva coisas que jamais pensamos em possuir, viver, sentir e quem sabe, desejar...
A toda hora nos é revelado novos horizontes. É dever de todos ter atenção ao que o universo expõe a nossa escolha. Novas caras, novos sorrisos, novos olhares, novas vontades, novas opiniões, novos pensamentos. A exposição ao novo acaba substituindo o que era velho, antigo, seguro, mesmo sabendo que "toda bossa é nova e você não liga se é usada". O que eu quero dizer é que acabamos substituindo e sendo substituídos por tudo o que o acaso sugere. Um amigo que não é mais visto com frequencia, um cd que ficou enjoativo, uma pessoa que não te liga mais e caiu no esquecimento. Acabamos repaginando, sem querer, fazendo uma lista nova de prioridades e deixando os velhos hábitos na estante. Sinto falta de pessoas que não vejo mais, sinto saudades de conversas que muito me edificaram, mas se pode resgatar isso, visto que, hoje, são lembranças e não teria sentido revivê-las. Tenho medo também, em um futuro breve, as situações que tanto me alimentam, caírem na corrente do esquecimento e homeopáticamente se percam de mim. Se sentirei falta?? Sentirei de muita coisa, mas quem sabe não é essa "falta"que contribui para a seleção do que vale a pena. Tenho muito o que doar, mas é recíproco o sentimento de perda e ganho. Temos medo de abrir mão, mas é quando a esticamos para deixar algo que podemos receber coisas muito maiores. Talvez! Quem sabe?? Só quem arrisca...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Semana porre!!


A semana foi um porre!! Segunda, terça, quarta, quinta em casa... sem um pingo de emoção!! =/
E eu limpei, lavei, arrumei, desenhei, pintei, escrevi, assisti tv, vi repetidamente programas legais, paguei conta, bebi sozinha skol (odeio skol, mas na falta do que beber vai ela mesmo), minha cadela com câncer vai ser sacrificada amanhã, meu gatinho não me deixa dormir de madrugada, meu namorado agora é um homem trabalhador, meu dinheiro não caiu na conta, meus amigos ficam programando festas legais que eu não posso ir, minha mãe me manda ficar na fila por ela (só tem idosos nas filas desta cidade), a internet está lenta por causa da chuva ou do sol em revezamento. Logo eu passei uma semana de tédio... um saco. Até meu som eu quebrei... agora só posso escutar as músicas que tocam todo dia, toda hora. Muitas opções nas rádios da cidade entre os emos e black music. Odeio isso, mas sabe que depois de certa hora de tédio e solidão elas ficam muito legais. Sou naturalmente dramática, mas ficar só em casa é enlouquecedor. Minhas aulas só começam em março, o trabalho é um longa história e minhas atividades sociais em prol da juventude dependem da minha condição atual de moça comprometida. Mas a semana ta findando cheia de projetos... vou aproveitar a sexta e fazer tudo o que não pude fazer neste tempo todo... e vai prestar depois de não prestar...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Uma dose de amizade!


Eu tenho um amigo que me deixa contente! Eu tenho um amigo que é tímido e carente. Eu tenho um amigo que me faz tanta coisa. Eu tenho um amigo que me ve doente. Eu tenho um amigo que gosta de mim. Ele não me abraça, não me beija, mas gosta de mim. Eu tenho um amigo que sabe a verdade natural das coisas. Ele é sábio, mas nunca estudou psicologia. Eu tenho um amigo que guarda meus medos. Eu tenho um amigo que me acorda pela manhã. Eu tenho um amigo que não pode dizer o que sabe, mas me induz a pensar no que não sei. Eu tenho um amigo que é engraçado, brincalhão e divertido. Eu tenho um amigo delicado e carinhoso. Eu tenho um amigo experiente e sagaz. Eu tenho um amigo super diferente. Eu gosto deste amigo. Ele é um amigo interessante. Ele não é só algo que eu não tinha, como algo que eu nunca achei que precisava. Um amigo que vê as coisas que eu não vejo... que eu não sinto... que eu não desejo. Ele está do outro lado da minha história, mas cuida de mim e olha para mim. Me sinto feliz por meu amigo estar todos os dias lá... e sei onde encontrar. Está longe, mas tão presente quanto os anéis dos meus dedos. Que esse amigo cresça e floresça. Quero assisti-lo brilhar!

domingo, 25 de janeiro de 2009

UFAM - 2009


Uma vez eu li algo mais ou menos assim..."é preciso enfrentar uma ou duas lagartas antes de conhecer a borboleta", e descobri que é verdade. Muitas vezes na vida somos menosprezados e deixamos de crer em nosso potencial e em nossas habilidades... Esquecemos que temos as mesmas chances que qualquer um interessado. Hoje, vivo em tempos de satisfação, o que chamo de a primeira das minhas conquistas. Colhi uma semente que floresceu tão bonita que não só eu pude admirá-la, mas pessoas que tanto amo e que por muitos momentos não acreditaram que eu seria maior do que sempre fui. E agora cresço... e crescerei até onde houver em mim a confiança que por muitas vezes nem lembro que tenho. Desejo-me sorte e sucesso!

Stand by me


"When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No, I won't be afraid
No, I won't be afraid
Just as long as you stand
Stand by me

(Chorus:)
And darling, darling,
stand by me,
oh now stand by me,
stand by me
stand by me

If the sky that we look upon
should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry,
No, I won't shed a tear
Just as long as you stand
Stand by me

And darling, darling, stand by me, oh stand by me
Stand by me, stand by me, stand by me, yeah

Whenever you're in trouble won't you stand by me, oh no
Stand by me
Oh stand by me, stand by me, stand by me"

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Um menino em minha vida!

Eu te carrego tanto que não cabe em mim as respostas e motivos para isso. Com você eu pude entender os significados das cores, das letras cantadas, das melodias pesadas, dos acórdes depois do descanso. Foi você quem me deu razões para lutar, para brigar, para me defender, me impor, me sobrepor. A você dedico meu coração, minha imaginação, minha ternura. Por você subo ladeira de perna bamba, pego chuva, sol, palavrões. Você é meu limite entre o certo e o errado, a certeza e a dúvida. Meu amigo, meu amante, meu irmão. Minha metade, meu apoio, meu coração. De uma amizade verdadeira, nasceu um amor imensurável e não há censura no mundo que pague para me desligar deste universo que criamos onde só nós existimos. Se escondido ou explícito, com você é mais gostoso. Confesso que existem muitos defeitos, mas nada se compara a harmonia de estarmos juntos. Me defenda que eu te protejo. Me guarda no teu violão que eu te carrego na minha chinela e juntos faremos um só caminho, nutrido com nossa cara de pau e tambem por nossa malandragem... que derruba toda ignorância do mundo.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Amor



Mãos frias e suadas, boca seca, taquicardia, surdez, mudez, desorientação, descontrole, respiração alterada, midríase. Parece doença não?? Corpos despidos, desejos revelados, medo que acabe antes do começo, pernas, pele, rostos e cabelos... se envolvem em uma sinfonia e dois refrões. Gostos, estalos, risos, cheiros... Uma sonoplastia de significados íntimos e secretos. Doença, vício, distração, vingança, doação, vontade... Não se sabe o que representa, mas sabe-se que é bom. Uma perpetuação dependente de suas seqüencias, de sua naturalidade. Carinhoso, estúpido, planejado, inesperado... Acontece mesmo assim. E não há ninguém no mundo que escape de vê-lo, de fazê-lo, de senti-lo, de idealizá-lo... "Tudo crê, tudo suporta, tudo espera". santo e demoníaco, pela paz ou pela guerra, move ventos e mentes sãs ou doentias... Ele busca unir e separar... Para matar, transforma-se em ódio e depois se arrepende. " Ainda que eu falasse a língua dos anjos e dos homens, nada seria" se ele não fosse o motivo da minha existência. O sexo o transforma em formato mínino, mas o sexo o justifica. Pai, mãe, filho, filha, avô e avó... são uma metralhadora em série... escrevendo a vida em função do muito amar. Quando não temos mais nada, o temos. Quando não há mais importância, ele o dá a muitas coisas. É bonito de se ver lá na praça, nas paradas, nas varandas embalando e amamentando um novo ser. É bonito de vê-lo com rosas na mão, de mãos dadas com a paixão e logo atrás, vindo de coleira, o tesão. Ele é remédio, é solução, é prejuízo, é causador de tantas coisas. Ele foi profetizado, proferido e preferido por muitos que viveram e morreram antes mesmo de pensarmos em fazer parte deste mundo... mundo doido, mundo cão. Onde há pobreza, ele habita. Onde há humildade, ele reina. Onde há simplicidade, ele está. Sujo, com os pés na lama, jogando bola no quintal, subindo a ladeira atrás de pipa, fazendo menino na rede quente na noite fria... Muitos o chamam de dinheiro, de sucesso, de posses, de caro, mas ele chama-se simplesmente AMOR!

Ponha proteção no seu pendrive!


Nesta era globalizada que vivemos os antivírus não estão dando conta do recado... São tantos "entra e sai" que só aumentam os infectantes que contaminam as máquinas. Enfia-se em cada buraco, sem nem saber quem são as entradas, não se sabe a procedência, se tem segurança, se é limpo, mas estão metendo. As vezes por necessidade, por curiosidade, por influencia e também por teimosia... Quando menos percebemos já está dentro... já era! Vírus! E ainda leva-se o vírus para casa! Contaminando quem estava guardado em um canto, sem nem imaginar que está sendo prejudicado por alguém de confiança, por pura irresponsabilidade. Então, antes de sair por aí tirando a tampa, vista seu pendrive... Use camisinha no seu removível!! =p

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Viva sem vírgulas!


Fale o que você pensa! Diga o que você sente! Faça o que você tem vontade! O que é a vida?? Nada além de um quadro branco onde desenhamos e escrevemos nossa história. Enfeitamos com cores e símbolos que representam nosso pensamento, nossa cara, nossa coloração! Amigos, família, namorados, conhecidos, inimigos... todos participam do que é no final de tudo um relicário imenso do que vivemos. Fazemos filhos, fazemos besteira, fazemos coisas sujas e também nobres. Mas o que somos não é nem metade do que gostaríamos de ser... Nos limitados ao máximo para não corrermos riscos, mas enfim, o que é viver senão um grande risco. Quando nascemos corremos o risco de crescer, quando somos crianças corremos o risco de brincar, quando somos jovens corremos o risco de errar, quando somos adultos corremos o risco de sermos responsáveis, quando somos velhos corremos o risco de morrer. E tem sempre alguém dizendo para termos cuidado... cuidado com o que?? Ao atravessar a rua? Ao sair com dinheiro na bolsa?? Ao ir a festas de madrugada?? Ao dirigir em alta velocidade?? Corremos riscos maiores que esses e ninguém percebe... o risco de se apaixonar pela pessoa errada, o risco de não passar no vestibular, o risco de não agradar a sogra, o risco de sentir ciúmes de um amigo, o risco de perder a melhor amiga, o risco de não ser quem gostaríamos. Temos que viver sem vírgulas, sem média, sem medo. A vida é única para cada um, não há repescagem para quem não aproveita! Ame, chore, transe, roube, bata, apanhe, ofenda, cresça, aprenda, ensine, abuse, ouse, profetize, amenize, brinque, arrote, blasfeme, magoe, perca, ganhe, some, divida, antes que morra. Viva a vida simplesmente... sem vírgulas, passe direto e aproveite todos os espaços que tem no seu livro vivo, antes que tantos espaços e caracteres sem significado, ocupem sua história.

Crisado


Sabe quando você está saíndo para ir ao show da sua vida??? E aquele sentimento de ansiedade te sufoca e te deixa louco. Você quer, precisa que o seu show comece para que possa acontecer tudo o que é necessário e esperado para aquela noite. O repertório, as pessoas pirando ao seu lado, o coral em uma só voz curtindo a mesma coisa como se o mundo, se acabasse, ninguém perceberia. Sabe quando toca sua música favorita e você esquece seu próprio nome e nada além daquilo está acontecendo... São esses sentimentos que me acometem e eu estou parada, em casa... sem som. Não sei o que é, mas me assusta ao mesmo tempo que fascina. Dúvidas fervorosas, desejos imensuráveis, vontade de mudar radicalmente o rotina, os móveis de lugar, as pessoas... Será que adiantaria?? Sei lá... só sei que é deliciosamente desconfortante tanta confusão na cabeça de uma pessoa que não sabe se está indo no sentido da luz ou contra ela. Medito e não sei o que é, "só sei do que não gosto".

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Um início de ano interessante...


Mais um ano começa e os planos e esperanças gritam ao "novo" ditando o que pretendem. Crescer, conquistar, realizar, conceder... Tantas novidades prometidas pelo acaso, até então desconhecido. Desejos secretos e sonhos... imensos. Que sejam como um eco os gritos e sussurros do coração, que possam ter um retorno contínuo das coisas que esperam, que cheguem e não pereçam, mas que proporcionem alegrias, e que sejam contagiosas... Feliz novo ano!